Os moradores do campeche quer pavimentação, mas não transtornos, por isso na opinião deles, a maioria das ruas devem adotar o sistema de calçamento e não de asfaltamento. A não ser que a prefeitura ganhe alguma coisa com isso. Será?
A falta de fiscalização e regulamentação de poluições emitidas por veículos em Florianópolis está cada vez mais gritante.
Na verdade todos os veículos fabricados no Brasil desde 1988 têm um limite de emissão de gases determinados pelo Programa de Controle da Poluição por Veículos Automotores (PROCONVE), aprovado por resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA). Só que depois que eles saem da montadora não existe uma lei que obrigue os donos destes veículos a manterem este limite de emissões de poluentes e com isso a situação está cada vez pior.
Na verdade há um Programa Nacional de Inspeção Veicular Ambiental que em teoria deveria ter sido implantado até 31 de julho de 2002 em todos os Estados, só que até agora o único estado que pôs a resolução em prática foi o Rio de Janeiro.
Aqui em Florianópolis, os ônibus mostram que passam longe desta realidade de inspeção veicular ambiental, no Campeche, por exemplo, é impossível não observar esta falta de respeito com a natureza e com nós que trafegamos diariamente nas ruas e que nos transportamos dentro destes veículos, já que somos também atingidos diretamente por esses gases que nos causam doenças pulmonares, sem falar no cheiro desagradável que somos obrigados a suportar. É preciso que haja mais controle e respeito, pois devido oa alto custo de transporte que pagamos, é impossível acreditar que as empresas de transporte não possam manter regulados seus veículos de transporte.
Iniciado em janeiro de 2006, as obras da Policlínica no Rio Tavares, ao lado do terminal de transporte urbano já tiveram três paralisações por falta de recursos. A previsão de conclusão da obra era de 10 meses, ou seja, as obras terminariam em outubro do mesmo ano, no entanto a data foi remarcada para dezembro, depois para março de 2007 e agora tem como data de término o final de junho deste ano. A população do Sul da ilha está ansiosa para ver a Policlínica em funcionamento, já que no local estará à disposição dos moradores da região atendimento médico especializado.
Já está funcionando no Campeche o novo posto de saúde, ele substitui o posto que funcionava ao lado da Escola Brigadeiro Eduardo Gomes. Na nova unidade, segundo o coordenador da Regional Sul de Saúde da capital, Daniel Moutinho a nova sede é três vezes maior que a antiga e o posto tem infra-estrutura completa, com consultórios médicos, farmácia, sala de enfermagem, consultório odontológico, sala de vacinação, sala de curativos, sala de reuniões e recepção. Mesmo com o novo centro de saúde não foi descartada a possibilidade de um posto de saúde maior no antigo campo de aviação, que também poderia ser construído no mesmo o sonhado espaço público de lazer para a comunidade do Campeche, principalmente para as crianças que não tem nem se quer uma praça para brincar.